SOU ALGUÉM QUE VIVE ENTRE DOIS MUNDOS, UM REAL O OUTRO, O MEU ONDE PINTO AS PALAVRAS COM OS TONS QUENTES DA MINHA ÁFRICA, NO POR DO SOL DO PENSAMENTO, NO BATUQUE QUENTE DO AMANHECER NA SAVANA, E PORQUE NÃO O AR PURO E NÓRDICO ONDE TUDO FOI COMEÇO.
Friday, July 07, 2006
In-submissa
submissa Sono indolente, decalcado, A vontade, uma tormenta; É partir ao teu encontro, Dizer o quanto anseio, Ver-te caminhar de regresso E o meu fluxo silêncio, sangrento, Deixar que entres em sossego.
É abrir alas à torrente dos meus braços, Golpear a tua sede para repousar a minha alma.
Os "sonos indolentes e decalcados "são terríveis.Vale-nos um comprimido ..."Vontade ,uma tormenta;"é desgastante,até emagrece...O restante é lindo!O regresso,seja em silêncio,ou em turbulência...É dia de festa!Depois é o sossego dos corações...Para se amarem!REGRESSO...
3 Comments:
Este poema deve ter sido feito para mim. Sinto-o. É tão lindo quanto tu és doce. É bom ter-te!
Beijos
Os "sonos indolentes e decalcados "são terríveis.Vale-nos um comprimido ..."Vontade ,uma tormenta;"é desgastante,até emagrece...O restante é lindo!O regresso,seja em silêncio,ou em turbulência...É dia de festa!Depois é o sossego dos corações...Para se amarem!REGRESSO...
Repousa na minha alma,que também é tua.
Adoração!
Post a Comment
<< Home