Que fazer do meu Eu...

Viver entre a espada da vida, no rimbombar dos trovões da alma, onde tudo se resume num acto puro de amor... Sentir, o qué? Talvez a nostalgia de uma "diurna tarde ou o amanhcer" de uma noite na fósfora cinza da terra, ou não: antes o tacto das mãos no rio na derradeira mutilação das fragas; suspirar, talvez o além, esse, cujo olhar é brando na leveza das mãos, algures entre o sonho e a vida. Sim! Essa primeira intenção no olhar dos olhares inquietos das manhãs..., serei gaivota rumo ao infinito.

2 Comments:
serás gaivota rumo ao infinito acompanhada por mim nesse voo tão cheio de emoções. Subiremos livres o espaço e sem rumo,com tempo, caminharemos os dois...pelos caminhos do amor.
beijos gaivota minha.
Viver,sentir o tacto das mãos,suspirar por ver teu olhar,tuas asas livres para abraçar a Vida e o Sonho...É assim que se prepara o voo da gaivota ,que espreita da fraga e espera o momento ideal para planar sobre o imenso oceano.Força,desenvolve o teu voo,que eu estou,mesmo ao virar da fraga.Assim,voaremos juntos...unidos...
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